23 de nov de 2009

AGRADECIMENTOS

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Vou me inspirar no cavalheirismo do Carlos Damião e postar agradecimentos por comentários recebidos. Não, propriamente, no blog. Quanto a estes procuro, na medida do possível, quando sei o que dizer, ir exercendo o direito de resposta no campo apropriado.

Recebi quatro e-mails em razão da Carta aos Amigos Catarinas publicada aqui e no jornal A Notícia.

Um foi do Renato, da minha turma de Direito. Passou-me informações sobre alguns colegas e apreciou a carta que, segundo ele, “deu nova visão à forma com que nos conduzimos – não só no trânsito, mas, certamente, em nossa conduta“.


Outro foi da Rose, que passou por maus momentos quando um motorista mal-educado, impaciente, buzinante, lhe fez gestos maliciosos, no mesmo trecho de meus infortúnios:

“Quando passou por mim, (...) estavam rindo... Do que será??? Da minha segurança no volante? Da minha são simplória Parati? Ou da imprudência dele de tanto stress? Certamente não era dele... Bom isso tudo escrevi, pq li sua matéria no A Notícia dessa 2ª feira e achei excepcional o que li. Todos os motoristas deveriam ler...”

O Dante Bonin, jornalista, reproduziu a carta no semanário Vale Oeste, de Taió (e vocês imaginavam que lá não tem jornal!), e pensa “que um artigo como este deveria ser reproduzido aos milhares e distribuído nas escolas, nas cidades, nos postos das Polícias Estadual e Federal e assim por diante”.

Ficou de me enviar um exemplar. Estou ansioso. Vai acender reminiscências...

Finalmente o de uma jovem, também de Taió. Não lembro de conhecê-la e certamente quando saí de lá ela nem tinha nascido, era ainda uma estrelinha na via-láctea:

“Por coincidência neste domingo perdi um amigo de 20 anos em um acidente na BR 470. (...) Eu me chamo Priscila e muitas vezes passo com meus pais na BR 101 onde é duplicada, e não é só com você que olham com desprezo, talvez ao olharem a placa do nosso carro, que é de Taió, pensem que realmente somos da roça! Escrevi realmente para parabenizar pelo que o senhor escreveu, espero que outros jovens tenham lido seu texto. Um grande abraço carinhoso. Priscila”.

Esse tipo de manifestação conforta quem escreve e indica que, ao menos em parte, ele tem razão. Muito obrigado.

Frustrante a constatação da Priscila. Talvez a idéia de colar adesivos dizendo que somos de Taió seja inútil. Vou pintar o meu carro com cores semelhantes às das viaturas da Polícia Rodoviária Federal.

Com certeza vai dar certo. Esses motoristas apressadinhos são, geralmente, muito corajosos, mas se acovardam com grandeza quando vêem uma viatura da PRF.
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Publicado no Jus Sperniandi, do autor, no Uol,
em 14/08/2004.
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