quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

O TSE É BIRRENTO. OU BIRROSO.


 

VOTO IMPRESSO


 

TALVEZ ISTO EXPLIQUE ALGUMA COISA.


 

E QUANDO A CORDA ARREBENTAR...


 

A MAGIA CHINESA


 

SOLUÇÃO COVARDE


 

PEÇAMOS AS CABEÇAS DOS RESPONSÁVEIS


 

PESOS E MEDIDAS NO STF...


 

O PRESTIGI-DITADOR


 

DAÍ É O FIM DA PICADA


 

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

MINORITY REPORT (A NOVA LEI)


Se o Estado pudesse prever que alguém, em determinado momento, cometerá um delito grave, poderia interferir e prender, processar, julgar e condenar o quase-criminoso? Ou obrigá-lo a internar-se em manicômio judiciário e só libertá-lo ao ter certeza de que não praticará crime? Mesmo que a polícia só o prendesse segundos antes do início da execução?

Aos que estão tentados a responder um “sim” fica outra questão: se ele ainda não cometeu crime, por qual razão seria punido?

Esse é o tema de Minority Report (A Nova Lei), ficção científica dirigida por Steven Spielberg e projetada para o ano de 2054. A Polícia de Washington tem um Departamento Pré-Crime em cujo laboratório três entes, os Pré-Cogs (pré-cognitivos), têm o poder de prever crimes, os nomes da pré-vítima e do pré-réu e o horário exato do fato. As previsões são entregues a um policial que as submete a duas testemunhas remotas – uma das quais é juiz –, que autorizam ou não a prisão. Aprovada, a polícia prende o quase-criminoso.

Como pano de fundo há uma batalha política visando estender o sistema a todo o país. O principal argumento é o de que o índice de homicídios em Washington foi nulo nos cinco anos anteriores.

O Poder Judiciário designou um Observador para verificar a infalibilidade do sistema, preocupado com a possibilidade de que agentes poderiam, na última hora, desistir do crime e por isto ser indevidamente presos.

No Brasil, a doutrina penal se baseia no princípio italiano do “pensiero non paga gabella” (pensar não paga imposto), significando que enquanto não se inicia a prática real de um delito não se pode falar sequer em tentativa. Atos preparatórios não constituem crime e são impuníveis. Só o início de uma ação eficaz rumo a um resultado concreto poderá ser considerado como tal.

Isto, é claro, se o STF não mudar o entendimento para favorecer algum compadre.


 

VACINA E LIBERDADE


 

JUSTIÇA CAPENGA


 

FELIZ 2021 - SE É QUE PODE SER


 

MELHORES EXPECTATIVAS PARA 2021


 

sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

ESTÃO ESTRANHAMENTE QUIETOS...


A Fiocruz, como não é Papai-Noel, negou o presente antecipado dos supremos e os espertalhões ó, sifu.

Mas não é definitivo. Algum deles pode “requisitar” as vacinas e a Fiocruz será obrigada a reservar.

Há amparo legal para isto? E precisa?


 

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

É ASSIM MESMO


 

O MINISTRO BIRROSO


 

INVERSÃO DE VALORES


No Brasil, muitas vezes, os presos condenados têm mais regalias e mordomias do que os presos provisórios.

É uma inversão de valores inexplicável.

Veja-se o caso Crivella (se ele for culpado, defendo sua condenação e prisão). Mas, por uma questão óbvia, se Lula, condenado em duas instâncias, está passeando em Portugal, Crivella também deveria estar solto. O STF confunde definitivo com provisório.

SEM DÚVIDA


 

É FÁCIL


 

SOMOS LIVRES NUMA GAIOLA CONTROLADA PELO STF


 

ESTAMOS BEM GUARDADOS, ISTO É, POR GUARDAS


 

AÇÃO ENTRE AMIGOS


 

domingo, 13 de dezembro de 2020

COINCIDÊNCIA?

Harari, Yuval Noah, ph.D. em História pela Universidade de Oxford e Professor na Universidade Hebraica de Jerusalém, lançou em 2015 o livro “Homo Deus – Uma Breve História do Amanhã”. Transcrevo trecho que entendo muito importante em razão da realidade que estamos vivendo.

Em 2015 ele via a Humanidade livre de vírus e bactérias “naturais”. Mas ressalvava que a mesma biotecnologia que permitia a cura das epidemias decorrentes possibilitava a Exércitos e terroristas a criação “artificial” de vírus e patógenos letais, “a serviço de alguma ideologia brutal”.

Qualquer comparação com a crise atual do coronavírus será mera coincidência?


 

REDE GROBO!


 

NOSSA ESPERANÇA DE JUSTIÇA CADA VEZ MAIS INALCANÇÁVEL


 

O STF PODE TUDO!


 

O STF É UM PROVOCADOR