quarta-feira, 2 de março de 2022

O MESTRE MANDOU


 

PUTIN TAMBÉM PROVA


 

O MAL ESTÁ SALIENTE


Como podem não acreditar que o mal está chegando?

Ele já veio tantas vezes da mesma forma insidiosa e dissimulada, com promessas de bem e de paz. Depois transformou o Bem em Mal e a paz em guerra. Como pudemos ignorá-lo? Por que deixamos que tomasse nossas vidas e apertasse nossas gargantas sufocando-nos a liberdade?

Ele vem na barbárie disfarçada em sorrisos de hipocrisia elevada e na mentira dos desgrenhados sem finalidades e oportunistas. Todos trazem na alma a mesma sanha assassina que destrói a História e constrói escombros que os bons têm que refazer depois.

Às vezes dá a impressão de que não vem, e recua. Mas isto faz parte do engodo. Ele fica martelando em nossa volta e se prepara para atacar mais forte. É precedido por eficientes sapadores de feições inexpressivas que nos convencem do bem porque queremos ser convencidos. É mais confortável. Não são eles que são espertos, nos é que somos bobos e acreditamos em quimeras.

Tantas vezes ele já veio e já se revelou e nos impôs sofrimentos e dores e matou nossos irmãos e destruiu nossos bens e por que não conseguimos decifrá-lo a tempo?

Como podemos não reconhecê-lo? O Mal nos vem tão escancaradamente dissimulado que nem temos capacidade de enxergá-lo?

Quando percebemos ele nos dá um soco na cara; quando recobramos a consciência, é tarde.

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EM CIMA DO MURO


 

TUDO PODE PIORAR


 

NÃO DÁ PRA CONFIAR

 




A RÚSSIA INVADIU A UCRÂNIA

 



PARA QUEM ACREDITOU NA ESFARRAPADA PALAVRA PUTINIANA, AÍ ESTÁ:

Na Europa, segundo meu filho que mora lá, dizem que isto é o início da terceira guerra mundial, que ninguém sabe como vai acabar.
Um dos pretextos de Putin é o de “desnazificar” a Ucrânia. Não seria melhor “descomunizar” a Rússia?
A insanidade de um dirigente não eleito pelo povo prefere colocar o mundo em risco do que conter sua vontade expansionista. Como se a Rússia já não fosse um país de extensa área territorial.

Enfim, como afirmou Primo Aprile no seu Elogio ao Imbecil: "o mundo foi feito pelos inteligentes, mas os imbecis tomaram conta".

domingo, 13 de fevereiro de 2022

quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

MAIS DE LULA E ALCKMIN


Consequência da mancebia de Lula e Alckmin, já apareceu aqui no sítio um tucano com uma estrela do PT na bunda.
A estrela não está bem acabada, mas é o máximo que se pode esperar de gente dessa laia.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

ATÉ QUANDO?


Nossa neta Marina nasceu na Alemanha em junho de 2020. Ainda não a conhecemos pessoalmente e parece cada vez mais distante a possibilidade de conhecê-la.
Principalmente pelo recrudescimento do ataque do vírus por lá. Aqui, só Deus sabe o que vai ocorrer depois do Carnaval...


 

CARNAVAL SEGURO É NA PENITENCIÁRIA


 

CADA UM DO SEU MODO


 

PUNIÇÃO É PARA OS BONS


No Brasil só os bons, aqueles que cumprem suas obrigações sociais e fiscais, é que são punidos. Bandidos e condenados são cobertos pelo manto da impunidade que lhes é alcançado pela interpretação benéfica da lei que já é benéfica por si e da vontade de juízes e tribunais em julgar de olho menos no bem estar social e mais nas picuinhas da legislação. Para julgar, muitos não partem do princípio de que o primordial a ser assegurado pelo Estado é o bem estar de seus habitantes, mas sim da visão de que todo bandido é vítima da política social e merece piedade e desculpas.

Aqueles que cumprem a lei e não praticam crime, mas uma vez ou outra cometem alguma infração de trânsito, por exemplo, sofrem condenação imediata e só lhes resta cumprir a pena, ainda que de multa. Ficarão sem seus direitos políticos, digo, sem seus direitos de propriedade sobre o veículo até o pagamento dos impostos anuais respectivos. Isto é que é justiça célere. O olho de um radar ou de um guarda de trânsito tem mais força e finalística do que a sentença de um juiz.

Porque no Brasil ninguém é preso em virtude de condenação a não ser que o STF a confirme, em terceira instância, depois de um longo trâmite processual. Não li ou ouvi, nos últimos tempos, qualquer notícia de que o STF tenha confirmado definitivamente a condenação de algum réu. A maioria dos ministros segue a orientação gilmarmendaciana, baluarte da defesa de que a condenação só vale quando os 11 supremos homologarem. Até então é tudo provisório – no Brasil, infelizmente, nada é mais definitivo do que o provisório, agora até na Justiça – e a sentença do juiz, as confirmações dos tribunais de Justiça ou de tribunais federais, e até do próprio STJ – se for o caso – não valem nada.

A posição do STF quanto a condenação em segunda instância é a maior prova da megalomania que impera no seu âmbito. Jantares regados a vinhos caríssimos e lagostas são fichinha perto disso.