quarta-feira, 2 de março de 2022
A RÚSSIA INVADIU A UCRÂNIA
terça-feira, 1 de março de 2022
ALEXANDER N. YAKOVLEV
domingo, 13 de fevereiro de 2022
domingo, 30 de janeiro de 2022
quarta-feira, 26 de janeiro de 2022
quinta-feira, 30 de dezembro de 2021
quarta-feira, 29 de dezembro de 2021
MAIS DE LULA E ALCKMIN
quarta-feira, 22 de dezembro de 2021
sexta-feira, 3 de dezembro de 2021
ATÉ QUANDO?
PUNIÇÃO É PARA OS BONS
No Brasil só os bons, aqueles que cumprem suas obrigações sociais e
fiscais, é que são punidos. Bandidos e condenados são cobertos pelo manto da
impunidade que lhes é alcançado pela interpretação benéfica da lei que já é
benéfica por si e da vontade de juízes e tribunais em julgar de olho menos no
bem estar social e mais nas picuinhas da legislação. Para julgar, muitos não
partem do princípio de que o primordial a ser assegurado pelo Estado é o bem
estar de seus habitantes, mas sim da visão de que todo bandido é vítima da
política social e merece piedade e desculpas.
Aqueles que cumprem a lei e não praticam crime, mas uma vez ou outra
cometem alguma infração de trânsito, por exemplo, sofrem condenação imediata e
só lhes resta cumprir a pena, ainda que de multa. Ficarão sem seus direitos
políticos, digo, sem seus direitos de propriedade sobre o veículo até o
pagamento dos impostos anuais respectivos. Isto é que é justiça célere. O olho
de um radar ou de um guarda de trânsito tem mais força e finalística do que a
sentença de um juiz.
Porque no Brasil ninguém é preso em virtude de condenação a não ser que
o STF a confirme, em terceira instância, depois de um longo trâmite processual.
Não li ou ouvi, nos últimos tempos, qualquer notícia de que o STF tenha confirmado
definitivamente a condenação de algum réu. A maioria dos ministros segue a
orientação gilmarmendaciana, baluarte da defesa de que a condenação só vale
quando os 11 supremos homologarem. Até então é tudo provisório – no Brasil,
infelizmente, nada é mais definitivo do que o provisório, agora até na Justiça
– e a sentença do juiz, as confirmações dos tribunais de Justiça ou de
tribunais federais, e até do próprio STJ – se for o caso – não valem nada.
A posição do STF quanto a condenação em segunda instância é a maior
prova da megalomania que impera no seu âmbito. Jantares regados a vinhos
caríssimos e lagostas são fichinha perto disso.
segunda-feira, 29 de novembro de 2021
VILLA-VILLÃO
WAGNER MOURA ZUMBIZANDO
NEM LENIN SE SALVA
Lenin, cuja "bondade" a Esquerda pretende preservar, preferindo
sacrificar Stalin, era igualmente perverso. Desde o início de sua vida
revolucionária defendia a morte, mesmo pela fome, para motivar a revolução e
destruir a ordem social. Talvez ele não tenha tido tempo de exercitar toda sua
barbárie, porque morreu cedo.
Embora o texto transcrito qualifique a conduta de Lenin como marxista,
na verdade ela parece ser mais inspirada em Sergey Genadievich Nechayev, seu
guru, que defendia:
“A paixão revolucionária, praticada em todos os momentos do dia até que
se torne um hábito, será empregada com cálculos frios. Em todo o tempo e em
todo o lugar o revolucionário deve obedecer não a seus impulsos pessoais, mas
somente àquilo que serve à causa da revolução” (in O Catecismo Revolucionário).
O texto sobre Lenin:
“Uma das primeiras atitudes obviamente marxistas do jovem Lenin surgiu
em 1892, ano em que a Rússia sofreu uma das mais tremendas fomes de sua
história. Tolstoi, o grande escritor e pensador "social", mobilizara
toda a Rússia em socorro dos camponeses; em todo lugar havia comitês
encarregados da distribuição de víveres, organizados por ele, ou nos moldes dos
seus. (...) Mas Vladimir Ilitch [Lenin] recusava-se a ajudar e analisava o
problema da seguinte maneira”:
“A fome é a consequência direta de uma determinada ordem social.
Enquanto perdurar essa ordem a fome será inevitável. Quando uma desaparecer, a
outra também desaparecerá. A atual fome tem uma função progressista, no sentido
de que estimula o desejo de uma revolução social. Porém as iniciativas para
alimentar famintos são apenas uma expressão do sentimentalismo adoçado com
sacarina, que caracteriza nossos intelectuais”.
(In V. Vodovozov, “Minha Amizade com Lenin”, citado em Pró e Contra –
Lenin, o Julgamento da História, Edições Melhoramentos, 1975, pág. 14/15).





