quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023
sexta-feira, 27 de janeiro de 2023
O TSE É MILAGROSO
Conseguiu
enfiar na cabeça de políticos e jornalistas brasileiros o atributo pouco
louvável da burrice, pura e simples. Retirou-lhes a capacidade de raciocinar e
de idear e de ver os fatos na estreiteza e na amplitude do que representam.
Fatos
não precisam de explicações, mas de uma certa clareza de mente e de espírito
para assimilar-lhes a exata consistência. Quem se mete a interpretar fatos de
acordo com sua burrice acaba criador de picuinhas e espiolhador de gravidades
inexistentes, como o Randolfe Rodrigues, o incendiário mais ridículo da cena
política brasileira.
O
TSE afirmou que as urnas são invioláveis e que os votos são auditáveis.
Pergunte aos políticos e jornalistas asnáticos se acreditam nisso. Eles
responderão que sim. Pergunte-lhes “Por quê?” e eles candidamente dirão que é
porque o TSE – Alexandre de Moraes, Luis Roberto Barroso, Gilmar Mendes –
afirma que é. Assim, sem qualquer raciocínio. Automaticamente.
Não
lhes interessa nem saber duvidar, discutir, ver com mais clareza e chegar a
conclusões por si próprios. Acreditam no absolutismo do TSE e isto lhes basta.
Por medo, má intencionalidade ou preguiça abdicam de pensar e de chegar a
conclusões logicamente discordantes.
Porque
as urnas não são confiáveis e a auditagem defendida pelo TSE não é do voto, mas
do sistema como um todo, sem exame do tal código fonte que o Ministério de
Defesa não pôde examinar.
E
com isto vamos viver uma longa jornada de transtornos e obscuridade sem nunca
poder afastar a grande dúvida: as eleições presidenciais de 2022, além de pessimamente
conduzidas por Alexandre de Moraes, representam seguramente a vontade do povo
brasileiro? Foram justas? Não houve falcatruas?
Vocês, jornalistas e parlamentares emburricados, colocam as suas mãos no fogo?
segunda-feira, 23 de janeiro de 2023
segunda-feira, 9 de janeiro de 2023
OU SERIA FALTA DE DECÊNCIA MESMO?
segunda-feira, 2 de janeiro de 2023
domingo, 1 de janeiro de 2023
sexta-feira, 30 de dezembro de 2022
A DIREITA É COVARDE
A
Direita pavlovianamente condicionada não tem coragem de lutar a fundo pelos
seus interesses e posições. O Lulismo, por sua vez, vocifera, ataca, acusa e
consegue sugestionar a Direita.
Se um
conservador defende a impossibilidade de assunção ao cargo de um presidente
desonesto, condenado e nunca absolvido, os lulistas gritam “golpe” e a Direita oficial
recolhe o rabo entre as pernas e abandona a luta. Assim é nesta nossa tão fustigada
América Latina.
Ortega
e Maduro são presidentes de seus países. Quem deixou isto acontecer? Não há
ninguém com coragem de depô-los e eleger outros, honestos? Não. A Direita foi
condicionada a respeitar o Estado e a sociedade e prefere acomodar-se a
provocar confusão. Prefere acampar às portas dos quartéis, jurando paz e amor, enquanto
os esquerdopatas vociferam ao redor aos berros de “golpe, golpe”, mesmo sabendo
que golpe não há: os manifestantes não têm condições de forçar suas ideias; e o
Judiciário e as Forças Armadas concorrem para a eleição e posse de presidentes
desonestos e ladrões. SOS a quem? Pergunte à Esquerda.
Na
Rússia, a revolução comunista foi sangrenta. Czares – e familiares infantes –
foram assassinados, atentados foram cometidos, violência e terror foram largamente
usados, companheiros foram traídos e executados, até que os bolcheviques assumiram
e dominaram a URSS por setenta anos. Golpes? Pergunte pra Esquerda. Os expurgos
de Stalin e sua atuação contra a Ucrânia mataram mais de cinco milhões de
pessoas. Genocídio? Pergunte pra Esquerda.
Lula
vai tomar posse no domingo, dia 1º. Como pode isto acontecer? Quem deixou isto
acontecer? Por que a Direita não se impôs? Por que os gritos de “golpe” foram
mais fortes e predominantes do que a luta da Direita? Por que a Direita não
impôs sua vontade de apurar irregularidades, que todos sabemos que há, da urna
eletrônica? Então deixemos pairar para a sempre sobre nós a suspeita de uma
eleição nula sem declaração de nulidade.
SOS
a quem?
terça-feira, 27 de dezembro de 2022
sexta-feira, 23 de dezembro de 2022
NOVAMENTE
Alexandre
de Moraes atacou novamente e com fúria. Ele não sabe controlar sua ira. Aplicou
mais uma multa ao deputado Daniel Silveira de 2,6 milhões de reais. O total
chega a 4,3 milhões. “Você sabe com quem está falando?”
Essa
é a forma mais mesquinha e odiável de interferir na vida de um cidadão, mesmo
que sob o manto – neste caso, negro – da Justiça. A multa inviabiliza o futuro
de Daniel Silveira e de sua família. O primeiro pecado, então, é que a pena se
estende além da pessoa do acusado, refletindo sobre seus familiares, embora não
diretamente. E isto é vedado constitucionalmente. Mas quem se importa? Pimenta
nos “óio” dos outros é refresco.
Desconheço
as condições financeiras do apenado mas sei que o valor da multa é abusivamente
elevado e, se ele for obrigado a pagar (espero que alguém no STF tenha
honestidade suficiente para revogá-la, se provocado; mas é difícil) o será com
imenso sacrifício e dano. A maioria dos brasileiros não pode pagar essa quantia
sem entrar em insolvência.
Mas
quando a ira alimenta as mentes que têm o poder de castigar as penas podem ser
as mais estapafúrdias e ilógicas possíveis. Desde 1968 nas lides forenses,
nunca vi sanha tão desarrazoada quanto a de Alexandre de Moraes na fixação de
multas com base na lei... Espera aí, que lei? É uma interpretação que só pode
estar baseada na ira, porque no Direito certamente não está.
Moraes
tem sua própria raivosa Constituição. Cometeu um livro a respeito, que está
esgotado nas livrarias (esgotado ou retirado das prateleiras?). Há disponível
e-book no valor de R$ 217,00. Não vou comprar. Não quero desaprender e é muito
arriscado. E se se referir apenas à Constituição Espanhola?
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