segunda-feira, 12 de junho de 2023
sexta-feira, 5 de maio de 2023
sexta-feira, 28 de abril de 2023
FUGIRAM DOS RATOS
sábado, 18 de março de 2023
DESLEALDADE
As
Forças Armadas foram desleais com os brasileiros e por isto sofrem críticas de
todos os lados – mais da Direita por não terem atendido aos anseios do
populacho que pediu “providências” defronte aos quartéis.
Nunca
se esclareceu no que consistiriam tais “providências”. Os lulistas deliraram
atochando que o povo deflagrava um golpe de Estado. Sem armas, esperançoso,
paciente e nada beligerante. Como se fosse possível ao coelho destronar o leão.
Ou que os gorilas o fizessem mediante simples pedido silencioso e pacífico...
O
comandante do Exército num discurso inflamado que em muitos aspectos dizia o
contrário do que era dito, afirmou:
Ser
militar “é ser profissional. É respeitar a hierarquia e disciplina. É ser coeso.
É ser íntegro. É ter espírito de corpo. É defender a pátria. É ser uma
instituição de Estado. Apolítica, apartidária. Não interessa quem está no
comando: a gente vai cumprir a missão do mesmo jeito. Isso é ser militar. É não
ter corrente".
“Não
interessa quem está no comando: a gente vai cumprir a missão do mesmo jeito”.
Aqui a falácia. Bolsonaro era presidente e, segundo jornalistas que seguiam a
situação de perto, pediu apoio nas forças armadas e não encontrou (Quem está no
comando agora é um ex-presidiário condenado e nunca absolvido. Corrupto
arrojado e como tal reconhecido. Para este as forças armadas curvam a espinha).
Mas
as Forças Armadas foram acima de tudo desleais com o povo brasileiro. Não por
ter-se negado a um imaginário golpe, mas por permitirem os acampamentos
demonstrando boa vontade e até proteção. Por terem acolhido com certa fidalguia
e cavalheirismo os manifestantes na porta de seus quartéis. Por lhes ter dado
esperança de que alguma “providência” seria tomada (talvez relativa a urnas
eletrônicas viciadas e incorretas?). Por ter levado o povo em banho-maria para,
no final, desferir um manotaço: “vocês sabem com quem estão lidando”? E se
recolheram à sua propalada disciplina, apartidarismo e dissimulação, deixando o
povo iludido ser levado às masmorras da Papuda.
“Não
interessa quem está no comando: a gente vai cumprir a missão do mesmo jeito”.
Finalmente,
com Lula, parece que vale...
sábado, 11 de março de 2023
NOSSA JUSTIÇA SURREALISTA!
Osório
Rodrigues, antes tempo larápio dos mais temidos que, mesmo ausente, sitiou
Inácio Branco na estufa de fumo do Lindo Lenzi, no Ribeirão Pequeno, e quase o
matou por desidratação; depois se corrompeu para o lado da lei e foi Delegado
de Pouso Redondo.
Numa
das carreiras na cancha reta do bairro da Raia, em Taió, achegou-se com oito
soldados pelas costas, pilchado à moda gaúcha, como era seu costume. Chicote
enrolado na mão, uma espada n. 12 do lado esquerdo do corpo e a justiça na
cintura – um .38 H.O. com cabo de madrepérola e gatilho mais doce que mel de
lichiguana.
Trouxe
um puro-sangue de 10 anos para desafiar a égua baia Princesa, do seu Luizinho,
carreirista de primeira, que há tempos não perdia uma...
Na
linha de chegada postou-se e com ele um fotógrafo confiável para retratar a
chegada dos animais. A um sinal, largada autorizada, se vieram os dois erguendo
poeira num tropel medonho. Chegaram empatados, talvez a Princesa na frente por
um beiço, mas Osório logo anunciou que seu puro-sangue vencera, exigindo o dinheiro
das apostas.
Apesar
da valentia de Osório um zum-zum se manifestou na plateia e seu Luizinho foi
conversar com ele, amigavelmente, em nome dos manifestantes. Osório argumentou que
a prova era o retrato batido pelo fotógrafo bem na horinha da chegada. A
vitória era do seu cavalo e pronto!
Pediram,
então, que a foto fosse revelada e mostrada, mas ele negou dizendo que
fotografia não mente e que a máquina era nova, confiável, sem possibilidade de
erro e indevassável (fosse lá o que isto quisesse dizer). E que o resultado
estava gravado nela e era impossível abri-la para pegar o negativo, pois este
seria velado e a prova prejudicada.
O
pessoal aos poucos se encorajou e a discussão recrudesceu, todos cercando
Osório, até que ele perdeu a paciência e mandou seus oito soldados prenderem os
que ali estavam, homens, mulheres e crianças, e que fossem levados para o potreiro
fechado de Maria Papuda, na Volta Grande.
Ainda
hoje tem uns 522 presos, 440 homens e 82 mulheres. Mas até amanhã pode mudar!
quinta-feira, 9 de março de 2023
A PARADA "G" É UMA PARADA
Tenho a
impressão de que certos segmentos sociais choram de barriga cheia. Os gays, por
exemplo, que realizam dezenas de paradas por ano nas grandes cidades, fazendo
festa com direito a ocupação de ruas, mudança de trânsito, segurança especial
e, às vezes, verbas públicas.
O pretexto é legítimo:
combater o preconceito. Mas, pelo que se vê meio de longe – não moro mais num
grande centro – tal preconceito já não é tão intenso como foi e os gays dispõem
de facilidades que nós, os gordos, por exemplo, não temos (só se formos gordos
e, além disto, gays).
Quando alguém
consegue algo por mérito, merece aplauso. Ao contrário da indicação ao STF, em
que não há mérito algum. Há muito mais mérito em conseguir um bom emprego na
iniciativa privada do que ser indicado ministro do STF.
Isto motivou o
setor de turismo a promover eventos especificamente direcionados aos gays, visando
lhes proporcionar maior prazer e, naturalmente, explorá-los.
Os gordos
não choram de barriga cheia. Eles riem! Também somos uma tribo que consideram
privilegiada. Um ex-presidiário semi-analfabeto, e que não pode se considerar
magro, anda espalhando sandices gordofóbicas por aí: “Se produzimos alimentos
demais nesse país e tem gente com fome, significa que alguém está comendo mais
do que deveria para que o outro possa comer pouco. Significa que estamos
desperdiçando alimento. Significa que alguma coisa está errada” (a eleição
dele, por exemplo, foi muito errada).
Esse
ex-presidiário já foi mais gordo e numa dieta de 2004 perdeu “12 litros”,
segundo Millor Fernandes. Ele fez insinuações constrangedoras numa discussão
com Ronaldão, em 2006, dizendo que diziam que ele era “gordo, gordo, gordo,
gordo”. Ronaldão respondeu que também diziam que ele, o ex-presidiário, “bebia
pra caramba!” Veja! Mais recentemente Rodrigo Maia chamou Bolsonaro de “gay” e
Bolsonaro respondeu que Maia é “gordinho”. Por aí...
Só que no
nosso caso não é fácil fazer denúncias, embora o preconceito exista, ah, se
existe! Comover o pessoal e atraí-lo para a causa, é mais difícil ainda.
Mesmo
assim, visando mudar nosso infortúnio social, pensei em fazer como os gays:
realizar paradas gordas ou de gordos. Mas há vários problemas.
Em primeiro
lugar, necessitaríamos de muito espaço. Cem mil gays cabem, por exemplo, no
Maracanã, pois para eles quando mais juntinho melhor. Melhor ainda, e dobra a
capacidade, se sentarem no colo um do outro. Mas cem mil gordos precisam de
pelo menos uns cinco maracanãs para que se sintam confortáveis, sem falta de
ar, sem troca-troca de suores e com um bom espaço ao redor, pois gordo que se
preza não caminha: balança e vai pra frente.
Haveria
problemas também de “mobilidade”, pois as catracas dos ônibus são apertadas e
muitos ficaríamos entalados. E como nos alimentaríamos? Manifestação não é
greve de fome! Teríamos que deixar as ruas livres para a passagem de carretas com
alimentos substanciosos. E guloseimas também, claro, que nenhum gordo é de
ferro! Sem estas não dá! E ficaríamos apenas com as calçadas? Uma parada assim,
pela calçada, não impressiona ninguém, é humilhante. Não dá pra encarar. Desisto!
Finalmente,
embora alguns possam ler diferente, esclareço que só quis ser irônico, não
preconceituoso. Sou gordo e não tenho nada contra gays, de qualquer sexo. Não
sou gay. Mas talvez apenas porque ainda não encontrei o homem da minha vida (ai, ai, ai!).
quarta-feira, 8 de março de 2023
LULA E RONALDÃO: OS DOIS SÃO MAGROS E NENHUM BEBE...
Publicado originalmente em 11/06/2006, na versão anterior do blog
Acho o presidente Lula,
além de pé frio, um chato. Já escrevi sobre isto aqui.
Além disso, nunca vi um
presidente buscar tão avidamente dividendos eleitorais com eventos esportivos.
Já conseguiu fazer a seleção brasileira ir ao Haiti dar circo aos pobres
haitianos que precisam mesmo é de pão. O ex-presidente-ditador Médici ficaria
envergonhado. Aliás, este não buscava dividendos eleitorais, mas popularidade
em face de uma situação vivida pela pátria. Não sei o que é mais grave.
Pois anteontem o
presidente participou de uma vídeo-conferência com o técnico Parreira e alguns
jogadores do Brasil em que, certamente por questão de tempo e para não sofrer
constrangimentos, apenas ao chefe do executivo nacional foi permitido perguntar.
Os outros, da Alemanha, só respondiam. Foi uma entrevista coletiva – que o
presidente abomina – às avessas. Coisas, digamos, bem democráticas.
Mas o presidente Lula
não precisa que alguém lhe faça perguntas para sofrer constrangimentos. Ele
mesmo se encarrega de auto-constranger-se constrangendo os outros.
Permito-me uma leitura
um pouquinho diferente do que tem feito a Imprensa, em geral, a respeito.
O presidente disse que
falou várias vezes com o Ronaldão e percebeu que ele está magro. Mas como a Imprensa
tem repetido que ele está “gordo, gordo, gordo, gordo” queria um esclarecimento
definitivo.
Ronaldão, que não
participou da pantomima ensaiada – e fez muito bem – não gostou. Respondeu que
seria a mesma coisa que ele dizer que o presidente “bebe pra caramba” porque
“dizem” que ele bebe, mesmo que isto não seja verdade. Também referiu que o
presidente deve ter sido influenciado pela Imprensa ao fazer a pergunta.
E disto jornalistas,
principalmente os da grande imprensa, não gostaram (tenho até a imprensão,
digo, a impressão de que se está querendo fritar o Ronaldão para que o Parreira
escale o Robinho – se a Nike permitir).
Mas quem primeiro
referiu a Imprensa foi o presidente. Eu não falaria em culpa. Mas ele
responsabilizou a Imprensa por insistir que o Ronaldão está gordo. Não só
gordo, mas “gordo, gordo, gordo, gordo”.
Ninguém da Imprensa
criticou o presidente por ter “acusado” a Imprensa de ser responsável pelas
afirmativas de que o Ronaldão está gordo.
Aliás, eu deixaria a
situação exatamente como está. Os dois têm razão. Ambos são gordos, embora
digam que estejam emagrecendo, e até parece que estão. Millor Fernandes, há uns
tempos, afirmou em sua coluna na Veja que o Lula havia emagrecido “12
litros”...
O Aluízio – de quem surrupiei as fotos acima –, no dia 1.º de
junho, publicou matéria com uma foto do Ronaldão num bar em Wegis, na Suíça.
Ele não aparece bebendo, apenas com fones de ouvido tamanho gigante porque a
cabeça dele está visivelmente maior.
No dia seguinte o mesmo
Aluízo postou texto com uma foto do presidente Lula ingerindo alguma bebida
entre champanha e vinho branco com a observação: Só mesmo sob os eflúvios do álcool para ter tanta desfaçatez.
Quer dizer: os dois são
magros e, definitivamente, não bebem bebida alcoólica.
Vamos deixar por isto mesmo.
Publicado originalmente em 11/06/2006, na versão anterior do blog
quinta-feira, 2 de março de 2023
COMO SERÃO JULGADOS
COMO
SERÃO JULGADOS os manifestantes que Alexandre de Moraes transformou em “réus”?
Como será analisada a prova para identificar os reais participantes e autores
da materialidade e individualizar a pena (a pena é individual, pois cada pessoa
tem caracteres pessoais e personalíssimos)? Qual é o crime tipificado pela
conduta de acampar na frente dos quartéis e lutar pacificamente por uma vida
melhor? Como vão tipificar corretamente essa conduta?
Não
se sabe. Nem quando. Nem Alexandre de Moraes e seus companheiros –
lamentavelmente o STF/TSE mais se assemelha a uma suciata do que a um colegiado
de juristas – sabem o que e como fazer. Como foi feita a prova? Como vão aplicar
a lei? Como vão considerar os inocentes? Não vão? Terão coragem de julgar por
amostragem pessoal?
Alexandre
de Moraes determinou a soltura de 137 “golpistas” (o STF soltou um corrupto
condenado, Lula, com maior facilidade). Você já ouviu a expressão “juiz não
pode decidir nas coxas?” O STF pode...
Segundo
a CNN, “todos vão usar tornozeleira eletrônica, estão proibidos de usar redes
sociais, falar com outros envolvidos no processo e não podem sair do Brasil.
Moraes exigiu ainda que semanalmente se apresentem na comarca de suas cidades”.
O
despacho está coberto por sigilo processual. Por quê? A quem interessa esse
sigilo? Quais os fundamentos da soltura? Quais os fundamentos da imposição de
medidas restritivas da liberdade em decreto de prisão preventiva? De novo, não
se sabe. A mim parece que, se Moraes os soltou, é porque não viu grau de culpa
elevado na conduta deles. Mas, então, por que medidas restritivas? Uma
tornozeleira eletrônica na perna de uma pessoa honesta e sem culpa provada é um
acinte vergonhoso, uma ofensa grave. É uma humilhação degradante. Alexandre de
Moraes introduz no sistema pátrio um esquema de prisão preventiva domiciliar
com pitadas de sursis.
Um
magistrado não pode acusar alguém, a não ser na visão distorcida dos supremos,
principalmente Toffoli e Moraes. Mais do que qualquer jurista atuante, tem que
saber disto. Como se pode imaginar, por exemplo, um magistrado acusar
falsamente alguém de crime? E oficializar a acusação? Não pode! Dos presos a
granel por Alexandre de Moraes, quantos serão inocentes? Se apenas um o for, a
situação já é grave e mancha definitivamente o Judiciário e a própria Justiça.
O
Judiciário superior nacional se move num mar tempestuoso e sujo e não se sabe
como sairá disto. Mas ele sabe que pode contar com a camaradagem da imprensa e
com a memória curta dos brasileiros. Por isto age tão sossegadamente!
INJUSTIÇA INSTITUCIONALIZADA
Ensinam
nas faculdades de Direito que, na dúvida, é preferível “mil” culpados soltos do
que “um” inocente preso. A prova absoluta da materialidade, da autoria e da
culpabilidade do delito é (pelo menos era) necessária. Simples indícios, em
regra, não bastam para condenar por serem apenas “início” de prova e não prova
“escorreita”, como dizem os juízes.
Em
sede de prisão preventiva as coisas são um pouco diferentes e bastam indícios
veementes da materialidade e da autoria. A culpabilidade fica pra depois. O que
não afasta a necessidade de análise integral.
O
requisito da autoria exige que o julgador tenha dados induvidosos da identidade
daqueles que praticaram o fato e evidenciaram a materialidade.
Não
se pode dizer que os ministros do STF, inclusive Alexandre de Moraes, não sabem
disto. Eles sabem. O ser humano não tem uma etiqueta presa na orelha, como
gado, que permita classificá-los nesta ou naquela categoria. Nem foram assim,
ou por qualquer outra forma, identificados nas investigações dos fatos do dia
08 de janeiro.
Novecentos
manifestantes continuam presos por uma depredação que foi praticada por uns
cinquenta, no máximo, entre eles muito infiltrados lulistas que agiram para
forjar uma situação de fato e incriminar inocentes. Quais os critérios usados
por Alexandre de Moraes para prender essas pessoas? Como identificou quem
praticou e quem não praticou os atos que danadamente qualifica como golpe de
Estado ou atentado à Democracia? Quando será impossível identificar os que
agiram no sentido de produzir a materialidade?
Na
verdade não fez nada disso: apenas ”determinou a prisão de todas pessoas que
estavam no acompanhamento instalado no quartel do Exército em Brasília no dia
dos ataques”, de acordo com informe da Agência Brasil.
sábado, 25 de fevereiro de 2023
É DE DESANIMAR!
A
prisão, no Brasil, e no mundo do Direito, sempre foi exceção e as decisões a
respeito exigem do juiz uma análise profunda da prova e da lei. Nessa análise
entram ainda o discernimento e a consciência do julgador. Não é algo que se
distribui a granel, como fez Alexandre de Moraes com os mil e quatrocentos
brasileiros que estavam nas portas dos quartéis protestando, sem as mínimas
condições de deflagrar um golpe de Estado. Faltava-lhes preparo físico,
psicológico e, acima de tudo, estavam desarmados. Entender isto como tentativa
de golpe ou atentado à Democracia é falta de lucidez e de capacidade
interpretativa, linguística e jurídica. É a mais orelhuda visão de fatos, de
atos e do Direito, beirando à demência e à loucura.
Protestar
pacificamente é o mais lídimo exercício da Democracia. Mas isto, agora, é impossível,
no Brasil. Quem vai se arriscar a vestir uma camisa verde e amarela e ir para
as frentes dos quartéis – uma atitude que se revelou sem sentido – ou qualquer outro lugar manifestar
discordância com o resultado das eleições e com a lisura das urnas eletrônicas,
por exemplo? Ninguém! Foi tudo armado por Alexandre de Moraes e asseclas para
atingir exatamente esse objetivo: calar, pelo medo, quem não concorda com a
possibilidade de falcatruas. Isto sim é um ato antidemocrático. Foi assim, pelo
medo e pelo terror, que o Comunismo foi implantado na Rússia, que virou URSS,
na China, em Cuba e outros lugares do mundo.
Mesmo os depredadores não podem ser julgado além dos atos que praticaram. É ridículo pensar que eles foram para os palácios do Estado para praticar um golpe e impor um deles como presidente, onze como ministros do STF, e sei lá o que mais. Eles foram lá porque estavam (e estão) desencantados com a administração dos três poderes, principalmente do Judiciário que é arbitrário, desonesto e mal intencionado. Por isto. Mas Suas Excelências acham que são queridos e estimados pela maioria e desviam o foco para quimeras, mas isto não muda a realidade. Este descontentamento é contra Rodrigo Pacheco, Arthur Lira, STF em geral – Alexandre de Moraes em especial – e especialmente contra Luiz Inácio Lula da Silva, um arrojado corrupto que já foi condenado em duas instâncias e liberto da prisão pelo voto mais sujo da história do Judiciário brasileiro, aquele de Edson Fachin.
E é presidente da República.

















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