quarta-feira, 8 de abril de 2020

LÁ ERA O COMUNAVIRUS


O pior de todos os que já se abateram sobre a humanidade


Parte de depoimento de uma mulher que sofreu na holodomor, genocídio que a URSS, comandada por Stalin, perpetrou na Ucrânia, principalmente em 1932/1933.
Transcrito no livro identificado na imagem.



O CANIBALISMO NA IMPLANTAÇÃO DO COMUNISMO CHINÊS

A implantação do Comunismo na China, encabeçada por Mao Tsé-Tung, foi um dos processos mais sanguinários da história da humanidade.
Aqui, trecho do livro “Mao – A História Desconhecida”, que refere episódios de canibalismo na província de Wuxuan.
Não consta que os dirigentes chineses tenham pedido perdão a seus compatriotas pelos milhões de mortos – há quem afirme que o número chegou a 62 milhões – nessa verdadeira guerra de irmãos contra irmãos.

Quem se interessar por detalhes mais mórbidos desses episódios, é só clicar aqui.

CORONAVÍRUS TAMBÉM É ANISTIA


terça-feira, 7 de abril de 2020

MINISTRO DO STF ADVERTE BOLSONARO

Pelo que se pode ler da matéria (aqui), Bolsonaro se atemorizou face a possível “forte reação” no Congresso e no STF, “que podem conter medidas adotadas pelo governo”.
Nesta bandalheira, até um ministro do STF “com trânsito no governo” se manifestou contra. A imprensa, que é covarde, não o nominou.
O ministro “disse que, embora seja uma prerrogativa do presidente nomear e substituir os integrantes do primeiro escalão, não haveria razão para a substituição a fim de mudar a política de isolamento social do Ministério da Saúde, alinhada com o que é preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS)”.
Quer dizer, antecipou seu voto caso houvesse a demissão e alguém a questionasse perante o STF.
Quando um ministro do Supremo, que deveria ficar bem quietinho no seu canto sem antecipar opinião, vem a público fazer este tipo de advertência ameaçadora a um presidente da república, é porque estão maliciosamente confundindo as competências dos três podres poderes.
É o suprassumo da desonestidade de um magistrado.

MAQUINHAS, MAQUININHAS OU MACAQUICES DE JORNAL?

O Correio Braziliense, confiante na sua infalibilidade e perfeição, fez uma brincadeira de mau gosto e desnecessária com o General Heleno, que chamara o Covid-19 de Covid-21. Um equívoco absolutamente compreensível, dito ao vivo, por quem está lidando continuamente com esse assunto e pode se equivocar sem problemas.
Mas o mesmo Correio, em publicação na internet, contando com redator preocupado só com a matéria e, certamente, com revisores, lançou a seguinte manchete: “Banco Central estuda liberar crédito por ‘maquinhas’ de cartão”. Isto, para um órgão de imprensa, é imperdoável.
Fica a dúvida: o Correio quis dizer "maquininhas" (o que acho provável) ou que o Banco Central vai liberar créditos através de "pequenas macas"? 


ESTAMOS NOS TORNANDO "ELES"

O blog Jus Sperniandi, que mantive entre 2004 e 2009, visava inicialmente assuntos agradáveis e fugir de assuntos comuns na época. Eu queria fazer sorrir!
Mas logo Lula começou com besteiras e não resisti. Procurando ser sempre bem humorado, parti para a crítica política, mais especificamente a seu governo e a seu espetáculo diário de bufonaria. Procurei nunca ofender ninguém, como faço até hoje, mas perdi amigos com isto. Até um irmão meu deixou de ler o blog e quando perguntei a razão respondeu que eu atacava muito o Lula. Só então descobri que ele era (e é) petista e considera o petismo uma religião. Bom prá ele! Eu nunca votei no PT e nunca votarei em partido da Esquerda.
Até por isto votei no Bolsonaro. Por falta de opção melhor. E defendo sua permanência no poder porque ele foi eleito legitimamente pelo povo. Se surgir um motivo substancial para impeachment, me reservo o direito de analisar as coisas com mais acuidade. Mas isto é difícil de ocorrer. Seu comportamento, por ora, é republicano.
Mas foi só escrever, esses dias, que Bolsonaro fala demais, que recebi críticas oriundas de quem me leu mas não me entendeu. No mesmo estilo das críticas que recebia dos petistas ao tempo do blog, que muitos liam e também não entendiam. Ou não queriam entender.
Acho que estamos nos tornando “eles” muito depressa. 

sexta-feira, 3 de abril de 2020

A ESQUERDA SEMPRE FOI MESQUINHA E CHATA


O pai de Lenin, Ilia Nikolayevich Ulianóv, foi um inspetor escolar e recebeu o título de nobre hereditário por sua vida dedicada ao Estado e à Educação. Amealhou certa fortuna e pôde dar aos filhos o que muitos pais não tinham condições de oferecer na época.
Ele morreu em 1886. Quando o irmão mais velho de Lenin, Alexander, foi executado em 1887 por atentar contra a vida do czar, a viúva Maria Alexandrovna Ulianova (em solteira, Blank), mudou-se para a cidade de Samara. Lá o jovem Lenin recebia amigos e colegas para reuniões políticas.
Os amigos de Vladimir Ilitch [Lenin] não se sentiam muito bem na confortável e burguesíssima casa de Maria Alexandrovna. Um de seus amigos conta que: "Cada um de nós tinha uma reação diferente diante da toalha muito branca da casa dos Ulianovs. Eu ficava horrorizado, Skliarenko odiava-a; Jasneva, com toda a naturalidade, procurava sempre uma oportunidade para sujá-la de geleia" (A. Beliakov, Juventude de um Chefe, Memórias dum Contemporâneo, Moscou, 1960)” – transcrito em Pró e Contra, Lenin, o Julgamento da História, Edições Melhoramentos, 1975, pág. 14).
Que tipo de discernimento leva alguém a sentir-se “horrorizado”, “odiar” e até, de propósito, sujar de geleia uma toalha branca de mesa de uma nobre e refinada senhora, mãe de um amigo, só por considerá-la (a toalha)  um objeto burguês? 

FECHA A BOCA, BOLSONARO


A ESQUERDA SEMPRE FOI CANALHA


A calúnia, a difamação e a injúria utilizadas pela Esquerda no mundo todo, também no Brasil, não é fenômeno recente. Lenin já usava delas com desenvoltura e frieza. O que importava era colocar o proletariado no poder, mesmo açoitando a verdade e o respeito a pessoas e instituições.
Durante uma reunião da Internacional, surpreendeu-me a mania de Lenin acusar de traição, desonestidade, corrupção, pessoas obviamente honestas e desinteressadas. Pedi a Lenin que me explicasse o fato e ele, embora aborrecido, disse-me que para conquistar o poder era necessário utilizar todos os meios. ‘Até quando são desonestos?’, perguntei. ‘Tudo o que se faz pela causa proletária é honesto’, respondeu Lenin num tom impaciente, apressando-se a sair".
(Angélica Balabanof, “Lenin Visto de Perto”, Editores Reunidos, 1959)” – transcrito em Pró e Contra – Lenin, o Julgamento da História, Edições Melhoramentos, 1975, pág. 69/70 – capa acima).

quarta-feira, 1 de abril de 2020

VER A VIDA PELA JANELA

Há uns dois anos eu vinha de Blumenau – quando farei isto novamente? – e próximo a Apiúna parei numa tenda para comprar um balaio. O vendedor, um senhor já de certa idade, me fez propaganda de todos, mas especialmente em relação a um, ele disse:
– Esse aqui o senhor pode levar sossegado que ele dura uns 40 ou 50 anos.
– Mas daí eu vou ter que deixar de herança! – respondi, brincando.
Nós rimos e comprei o balaio.
Isto para dizer que na vida de alguém avançado na idade, 40 ou 50 anos é um tempo inalcançável. O tempo que me resta pela frente é bem menor do que aquele que deixei para trás. E que por isto tenho ânsias, pressas e vontades de ver meus netos, brincar com eles, deixar eles me fazerem de gato e sapato até onde eu aguentar; de viajar novamente para a Alemanha, principalmente agora, diante da perspectiva de que lá há uma netinha a caminho – e corro o risco de nunca mais pode fazer isto.
Porque o importante é ficar em casa, em casa. Parece que nem ao quintal podemos ir. Impedem-nos até de nos imunizar pelo contágio. Eu preferiria me contaminar, me curar e voejar por aí. Sei! Sou do grupo de risco. Mas a vida é risco. A vida não é feita para o exercício de covardias.
Não quero ver o resto da minha vida simplesmente passando pela janela. 

segunda-feira, 30 de março de 2020

É ISSO?


Vamos raciocinar juntos. Pelo que se conclui das informações que nos passam, o perigo de contágio pelo coronavírus só cessará quando não houver mais nenhuma pessoa contaminada na face da Terra. Como tudo começou com o paciente zero, não identificado, e se disseminou, se sobrar uma só com o vírus, o ciclo recomeçará.
Para afastar definitivamente o vírus:
(1) ou se cria uma vacina e se imuniza toda a população mundial;
(2) ou se cura todos os contaminados; e
(3) ou se espera que todos os contaminados morram (ou se curem espontaneamente), só restando pessoas sem o vírus no mundo.
Não há outra saída. Então, pelo que se conclui das informações que nos passam, as perspectivas são negras. Os velhinhos estamos condenados a passar o resto de nossas vidas em prisão domiciliar.
É ISSO?

sexta-feira, 27 de março de 2020

LULA, O ALGOZ DA NOSSA PACIÊNCIA

Parodiando Cícero, o grande tribuno romano, dirigindo-se ao pré-petista Catilina: Quo usque tandem abutere, Catilula, patientia nostra? (Até quando, Lula, abusarás da nossa paciência?). 
Tu és velho, estás feio na fotografia, fazes parte do grupo de risco e o coronavírus está à espreita. Estarias mais seguro na cadeia onde só não estás porque o camarada Toffoli, depois de uma crise de choro até hoje não explicada, deu o voto de minerva a teu favor numa sessão em que os bolcheviques eram maioria.
Tu não casaste há alguns dias? Fizestes uma propaganda muito grande, e por isto duvidosa, da tua virilidade. Vai curtir o casamento. Ou este foi só mais um golpe de propaganda? Pois se tu aproveitas velórios e enterros – como o da dona Marisa – para fazer política, por que não fazer o mesmo com o casamento? Queres transmitir a impressão de que és um homem sério? Não adianta; nem cinquenta casamentos poderão operar esse milagre. 
Porque tu és um condenado habitual e um tremendo cara de pau. Lembras daquele acidente da TAM em 17/07/2007? Tu eras presidente e só apareceste em público para dizer alguma coisa pessoalmente quatro ou cinco dias depois (Ah, se fosse hoje, com o Bolsonaro! A extrema imprensa subiria pelas paredes. O professor Villa galgaria o Everest pela face Norte numa arremetida só e sem levar oxigênio!).
Tua assessoria disse, na época, que tinhas te submetido a uma cirurgia para extirpação de um terçol. Quaquaraquaquá! Que terçol coisa nenhuma. Sei de fonte segura que aquilo era um cupim.

TODO MUNDO RICO (FICÇÃO)


Autor: Davi Castiel Menda

Já imaginaram: todos os 210 milhões de brasileiros, cada um com um milhão de dólares na mão?

Nesta situação que estamos atravessando, em que todos são PHD’s em qualquer assunto, em que os governos liberam generosa e escandalosamente suas burras para amenizar a situação do povo, apresentadores de TV nos transmitem ideias esdrúxulas as quais nos sentimos constrangidos com tanta ignorância ou insensatez, ficamos a imaginar se já vimos de tudo.
Não, não vimos. Profetizando nossos temores, algo de fantástico aconteceu. Os países mais ricos do mundo se cotizaram, passaram um whats para alguns políticos brasileiros, estes se reuniram às pressas em Brasília, a Câmara aprovou à tarde. o Senado ratificou à noite. Venderam a Amazônia! Valor: 210 trilhões de dólares.
Motivo apresentado para aprovarem a venda: o valor seria distribuído entre todos, em partes iguais. Um milhão de dólares para cada brasileiro, brasileira, independentemente de sua situação financeira, idade, credo, cor ou paixão futebolística.
Nem sei se existe esta dinheirama toda mas, vamos dar asas à nossa imaginação e acreditar que sim. Já imaginaram, todos os 210 milhões de brasileiros, cada um com um milhão de dólares na mão?
Em off: fontes bem informadas relatam que os diretores de Flamengo e Corinthians, por deterem as maiores torcidas do Brasil, teriam exigido da CBF uma maior cota para seus associados, mas o pedido foi rejeitado.
Todo mundo rico! E, eu pergunto, e daí?
Inicialmente, haveria uma corrida aos bancos, num processo inédito e inverso ao tradicional, todos desejando depositar seu milhão (de dólares) na poupança. Como? Quem falou? Os bancos não pagariam juros? É óbvio, não tendo para quem emprestar, na realidade os bancos cobrariam taxas – elevadíssimas - para guardar seu dinheiro. Esqueça a utópica possibilidade de viver de rendas.
Randomicamente, escolhamos uma categoria profissional: pronto, a dos executivos, acostumados a mordomias, secretárias elegantes, bonitas, motoristas atenciosos – a partir de agora não poderiam mais contar com esses, por um simples motivo: por que alguém, com um milhão no bolso, iria trabalhar por quaisquer dois, três ou cinco mil reais? E dando um salto na escala empregatícia, e com o devido respeito à profissão, que nada deve a dos executivos, quem iria recolher o lixo?
E aqueles que sempre sonharam com a casa própria, teriam a maior decepção de sua vida. No contraponto da escassez histórica de moradias versus excesso de dinheiro e compradores, um simples apartamento JK valeria algumas dezenas de milhões de dólares, frustrando os novos-ricos que, apesar de endinheirados, continuariam catalogados na categoria dos sem-teto. Novos imóveis não seriam construídos, pois os trabalhadores da construção civil, carpinteiros, mestres, ou simples peões, agora travestidos de milionários, estariam indisponíveis pensando nos seus investimentos.
Os colégios fechariam, afinal, 100% dos estudantes, ricos já na adolescência, não teriam mais desafios pela frente. Milionários, sabendo digitar alguns sons onomatopéicos no teclado do seu computador, o suficiente para entrar no facebook ou twitter da vida, e manter um resquício de tentativa de comunicação com o mundo exterior, estariam plenamente satisfeitos e realizados.
Meus amigos, proprietários de agências lotéricas, quebrariam de vez. O sonho de milhões de brasileiros, de enriquecer através do acerto de qualquer uma das lotéricas numéricas, se tornaria inócuo. A venda da Amazônia se encarregaria de liquidar com a mania nacional das filas em busca do acerto da mega sena acumulada. Seria o fim das lotéricas.
E, entre tantos dissabores, duas alegrias!  A primeira, não haveria mais o Big Brother Brasil! Os prováveis participantes, donos de um milhão cada um, não se interessariam pelo valor modesto do prêmio, e nós finalmente estaríamos livres dessa praga que assola a televisão brasileira com diuturnidade. E a segunda: o INSS estaria livre da falência tão sistematicamente apregoada: os aposentados, velhinhos e velhinhas, agora todos milionários, deixariam compulsoriamente de receber suas pensões e aposentadorias, que tanto prejudicam o Instituto, permitindo desta forma que o governo aumentasse os salários dos sofridos deputados e senadores, para um valor mais do que justo, estimado em 91%, e não o “salário de fome” que hoje percebem.
Ninguém mais seria empregado – todo mundo financista, banqueiro, patrão, prestamista (um eufemismo para o agressivo vocábulo agiota), mas todos sem clientes, sem empregados, sem tomadores para o dinheiro fácil. A inflação que grassou na Alemanha no século passado, quando as pessoas eram vistas carregando um carrinho de mão atulhado de dinheiro, com o intuito de comprar apenas um litro de leite, ao custo de bilhões de marcos, seria “fichinha” perto da inflação a que seríamos acometidos.
Pelo menos estaríamos livres daqueles distribuidores de santinhos que infestam as principais ruas das cidades, oferecendo dinheiro à vontade, afinal de contas, ninguém precisaria mais de empréstimos. Todo mundo rico...

                                              Autor: Davi Castiel Menda

quinta-feira, 26 de março de 2020

LENIN, LOBO EM PELE DE CORDEIRO

          

Lenin, cuja suposta bondade a Esquerda pretende preservar, preferindo sacrificar Stalin, era igualmente perverso. Desde o início de sua vida revolucionária defendia a morte, mesmo pela fome, para motivar a revolução e destruir a ordem social. Talvez ele não tenha tido tempo de exercitar toda sua barbárie, porque morreu cedo.
Embora o texto transcrito qualifique a conduta de Lenin como marxista, na verdade ela parece ser mais inspirada em Sergey Genadievich Nechayev, seu guru, que defendia:
A paixão revolucionária, praticada em todos os momentos do dia até que se torne um hábito, será empregada com cálculos frios. Em todo o tempo e em todo o lugar o revolucionário deve obedecer não a seus impulsos pessoais, mas somente àquilo que serve à causa da revolução (in O Catecismo Revolucionário).
O texto sobre Lenin:
Uma das primeiras atitudes obviamente marxistas do jovem Lenin surgiu em 1892, ano em que a Rússia sofreu uma das mais tremendas fomes de sua história. Tolstoi, o grande escritor e pensador "social", mobilizara toda a Rússia em socorro dos camponeses; em todo lugar havia comitês encarregados da distribuição de víveres, organizados por ele, ou nos moldes dos seus. (...) Mas Vladimir Ilitch [Lenin] recusava-se a ajudar e analisava o problema da seguinte maneira:
A fome é a consequência direta de uma determinada ordem social. Enquanto perdurar essa ordem a fome será inevitável. Quando uma desaparecer, a outra também desaparecerá. A atual fome tem uma função progressista, no sentido de que estimula o desejo de uma revolução social. Porém as iniciativas para alimentar famintos são apenas uma expressão do sentimentalismo adoçado com sacarina, que caracteriza nossos intelectuais”.
(In V. Vodovozov, Minha Amizade com Lenin, citado em Pró e Contra – Lenin, o Julgamento da História, Edições Melhoramentos, 1975, pág. 14/15 – capa acima).

quarta-feira, 25 de março de 2020

GUERRA MUNDIAL Z


No filme Guerra Mundial Z, do diretor Marc Foster, o ex-investigador das Nações Unidas, Gerry Lane (Brad Pitt) entra em uma corrida contra o tempo para salvar sua família e o mundo de uma pandemia que está subjugando governos e ameaçando destruir a humanidade (resenha da contracapa do blu-ray).
Um vírus desconhecido transforma as pessoas em zumbis violentos e quase invencíveis, pois só sucumbem se atingidos gravemente. Os infectados passam imediata e compulsivamente a atacar outras pessoas e através de mordidas as contaminam. O vírus se dissemina mais rapidamente do que se pode combatê-lo. A cúpula presidencial americana foi atacada e morta. Os partidos surtaram.
Os efeitos especiais são excelentes, embora aterradores. Afinal, é um filme de horror. Para quem aprecia o gênero, recomendo. Ele tem nota 7,0 no IMDb. Aliás, acho que Brad Pitt, um ator então já consagrado (o filme é de 2013), não aceitaria participar de um filme de segunda categoria.
Mas o terror maior, na minha opinião, é transmitido pela advertência final, intercalada nos diálogos das últimas cenas que mostram alguma expectativa otimista para a humanidade:
Não é o fim. Nem perto disso. Perdemos cidades inteiras. Não sabemos como começou. Ganhamos um pouco de tempo. Mas nos deu uma chance. Outros acharam um jeito de lutar. Se puder lutar, lute. Ajudem-se. Preparem-se para tudo. A nossa guerra só começou.
Se você quiser ver, garanto que depois vai ficar mais preocupado do que já está. Qualquer semelhança com o terror que estamos vivendo, não é mera coincidência.

terça-feira, 24 de março de 2020

E ASSIM NOS CHAMAM DE FASCISTAS


Antes da II Guerra, o nazi-fascismo derrotou o Comunismo na Alemanha, na Itália e na Espanha. A partir de então todos os adversários dos comunistas são automaticamente chamados de fascistas ou nazistas, sem qualquer preocupação crítica com a verdade histórica.  
É fácil entender por que a esquerdalha brasileira, evidenciando seu complexo de vira-latas e sua retumbante falta de criatividade, trata a todos os que a criticam de fascistas.
É mais cômodo imitar o uso chavões anacrônicos do que ter que pensar e criar novas formas, mesmo que sejam para ofender. Até nisto a Esquerda do Brasil é ordinária.

É O QUE PENSO II!


Mas o que penso não influencia ninguém.
E cadê coragem de nossas autoridades, principalmente da área médica, em defender atitudes diversas das que estão tomando?
Todo mundo sabe que essa situação não pode perdurar mais 40 ou 45 dias. Alguma coisa terá que ser feita antes de alguma reação explodir espontaneamente. Ninguém aguenta isto por muito tempo. Mas quando a água bater no pescoço, tomarão que tipo de medidas?
O mais sensato de nossos políticos é o presidente Bolsonaro, por incrível que pareça. Ele está correto em criticar a histeria e o excesso de pânico em torno do assunto. Mas também ele está sendo levado pelo espírito de manada, embora seja o chefe. As pressões dos especialistas da Câmara, do Senado, do STF, da esquerdalha, dos correligionários e mesmo da plebe ignara, o impedem de tomar medidas mais ousadas. E ousadia é uma necessidade em momentos de crise.
Todos pensam nas próximas eleições e covardemente agem para se preservar. Transmitem a impressão de que está tudo certo, precavendo-se contra resultados negativos com medidas extremas e discutíveis. Colocaram o bode na sala e isto foi fácil. Quero ver é eliminar o fedor sem tirá-lo de lá!
Isto tudo para dizer que Thomas Friedman, um dos colunistas mais influentes do mundo, ouviu três médicos e escreveu no New York Times o artigo mais contundente até agora sobre o risco do bloqueio global se estender por muito tempo
Talvez o que ele pensa influencie alguém. 

Vale à pena ler todo o artigo. Clique aqui para isto.

segunda-feira, 23 de março de 2020

COMBATENDO CONSEQUÊNCIAS, ESQUECENDO AS CAUSAS


Peraí! É sabido e consabido que a disseminação do coronavírus mundo afora se deu através de viagens aéreas, ainda hoje a forma mais comum de transporte internacional e interestadual do vírus. E só há dois dias foram tomadas essas medidas, apontadas como pioneiras? Como é que se se faz e se fez em outros aeroportos?
A pretexto de combater o terrorismo internacional nos fazem retirar cintos, sapatos, relógio, celulares, moedas, etc., para sermos liberados pelos detectores de metal dos aeroportos, mesmo em voos domésticos. Esses badulaques e nossa bagagem de mão passam pela esteira de Raio-X. Somos obrigados a retirar notebooks da mochila para que passem em separado.
Para combater o coronavírus, que representa, nesta época, perigo muito mais grave, pois ameaça a vida de todas as pessoas do mundo, nenhuma medida vinha sendo tomada nos aeroportos até agora? E dizem que o combate é eficaz?
O que estão fazendo, nos obrigando à quarentena, tolhendo nosso direito de ir e vir, impedindo-nos de trabalhar, de sair, de visitar amigos e parentes, de viajar, é combater consequências.
Se desde a ciência inicial da gravidade do fato a preocupação fosse combater causas – fechando aeroportos ou, no mínimo, fiscalizando rigorosamente as entradas – não teríamos chegado a esse ponto.
Quando se combate consequências ao invés das causas, o mal já está estabelecido. E alguma coisa está errada. Muito errada!

domingo, 22 de março de 2020

BAND: UM TENTÁCULO DO PC CHINÊS




CLIQUE PARA VER O
EDITORIAL
Você será direcionado para uma página do twitter, única forma que encontrei de publicá-lo, mas depois poderá voltar para cá.


É fácil entender. A Band fechou em fins de 2019 uma parceria com a China Media Group (aqui), controlada pelo Partido Comunista Chinês (PCC, percebem?). Muito sugestivamente, um de seus primeiros programas aqui foi uma série sobre frases clássicas do presidente Xi Jinping, que seria melhor qualificado como ditador ou chefe da ditadura.
          Confúcio se revira na tumba cada vez que Xi Jinping diz alguma frase. Mas o culto à personalidade no Comunismo é uma necessidade partidária, ainda que enfadonha e, na maioria das vezes, enganosa. Só o cultuado não sabe.
A China, em contrapartida, deve ter exibido para os chineses uma série de frases clássicas de Lula e Dilma. Se não o fez, a Band deveria montar o programa e exigir a sua exibição lá. Eles iriam se divertir muito.
Essa parceria explica porque a Band, no dia 20, se levantou nas patas traseiras e veiculou um Editorial virulento – um termo bem a calhar nesta época – contra Eduardo Bolsonaro e o chanceler Ernesto Araújo, das Relações Exteriores, embora covardemente omita o nome de ambos. Isto é que é jornalismo!
Na China, se um jornalista qualificasse um chanceler chinês de idiota teria a opção obrigatória de sumir para sempre. Nem me pergunte como.
A Band poderia ter escalado um jornalista mais capacitado para ler o editorial. Esse aí, sem carisma nenhum, não transmite a mínima credibilidade. Parece um boneco de ventríloquo: só mexe e remexe a boca e mal pisca. Mas a Band nunca foi mesmo um referencial de qualidade.
Omito o nome do jornalista no texto. Não por covardia. Apenas para não relevar mediocridades.

sexta-feira, 20 de março de 2020

O MEDO CONTAMINA MAIS QUE O VÍRUS

O mundo parou. O Brasil parou. Rio do Sul parou.
O Raul Seixas uma vez cantou: pare o mundo que eu quero descer. Mas ele já desceu há tempo, quando o Trem das Sete parou na estação. A estação em que o mundo parou agora é insondável! Tudo foi jogado para o imponderável. Tudo o que seria não será jamais. E a especulação é a mais inepta das abordagens.
É algo mais ou menos assim: numa semana em trinta acidentes diferentes morreram 70 pessoas na BR-470. Para impedir uma epidemia, proíbem o trânsito de veículos na rodovia. Resolve! Claro que resolve! Resolve um problema mas cria milhares.
A ordem atual é engordar estatísticas para justificar condutas. Qualquer pessoa com sintomas de gripe deverá ser atendida em unidades de saúde como se estivesse com o covid-19Aqui. E serão inscritos em listas de suspeitos, naturalmente. 
Mas não faltarão os profetizadores do passado insondável que baterão no peito se vangloriando de ter paralisado o mundo e detido a pandemia. Aqui, desnorteados como Dória, Witzel, Rodrigo Maia, Alcolumbre e muitos outros dirão: dobramos o Bolsonaro e o obrigamos a comer na nossa mão. Ele teve que admitir.
E jogarão sobre ele responsabilidades pelas dificuldades econômicas futuras. E pelas que eles, no rabo do cometa, criarão.
Eu gostaria de viver tempo suficiente para ver alguém demonstrando, por a+b, que 95% disso tudo que nos está sendo imposto é desnecessário.
Pelo vírus há pouquíssimos contaminados. Mas todos estão contaminados pelo pânico e pelo terror. E todos estamos em quarentena. É o princípio da Igualdade, abraçado pelo Socialismo, levado às últimas consequências. Quem nos devolverá a paz e o tempo perdido?
O terror sempre foi forma de dominação. E estamos sendo dominados de fora pra dentro e, aqui dentro, pelos insensatos que não enxergam um palmo à frente do nariz e que aderiram a esse desatino. E que estão dando graças a Deus porque para eles, em todos os campos da atividade humana, quanto pior melhor. E ai de quem discordar!
Responderão por seus atos? Justiça? Ah, Justiça! Em teu regaço dormem serenamente e com segurança culpas e crimes que jamais serão expiados. 


quinta-feira, 19 de março de 2020

E VERDADE!


CHINA: A NEGLIGÊNCIA É UMA FORMA DE CULPA


Quando li a manifestação do embaixador da China no Brasil, Yang Wanmimiming, digo, Yang Wanmming, pensei: “aí tem coisa!” A linguagem é destemperada, fora dos usos e costumes das relações diplomáticas, e indigna de um embaixador. Aliás, Eduardo Bolsonaro não criou nada, apenas retuitou mensagem de um youtuber. Li a notícia aqui.
"A parte chinesa repudia veementemente as suas palavras, e exige que as retire imediatamente e peça uma desculpa ao povo chinês. Vou protestar e manifestar a nossa indignação junto ao Itamaraty e à Câmara dos Deputados”.
Daí partiu para a ofensa pessoal, como um adulto melindrado com falta de retórica e lucidez: "Lamentavelmente, você é uma pessoa sem visão internacional nem senso comum, sem conhecer a China nem o mundo. Aconselhamos que não corra para ser o porta-voz dos EUA no Brasil, sob a pena de tropeçar feio." Que linguajar rasteiro!
Dizer que o ato de Eduardo pode ferir a relação amistosa entre China e Brasil é de uma estupidez descomunal. Se a relação entre duas nações repousam em pressupostos tão frágeis e pode ser quebrada por motivo tão pífio, é porque tem algo errado, muito mais grave, por baixo do pano.
Não custa dizer que este embaixador é comunista e, pelo jeito, engajado na luta contra os Bolsonaro de uma forma baixa e grosseira para qualquer representante de país estrangeiro.
No tempo de Mao Tsé-Tung ele seria chamado imediatamente de volta à China. E sumiria por lá, não sei como nem me perguntem.
A China não é tão inocente assim. Leiam aqui. O vírus nasceu lá. Houve demora das autoridades chinesas em informar o mundo. Isto é negligência. Negligência é uma forma de culpa. Então a China é mesmo culpada.

quarta-feira, 18 de março de 2020

SEGUNDO TESTE DE BOLSONARO DEU NEGATIVO


Como se sabe, e até prova em contrário, o segundo teste para coronavírus de Bolsonaro deu negativo.
E como é que fica a ação civil pública que o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, ingressou na segunda-feira visando obrigar o presidente a cumprir quarentena em isolamento e que foi um erro grosseiro?
E a Lei de Abuso de Autoridade, vai ser aplicada contra ele, Lupi? Diz o artigo 30: Dar início ou proceder à persecução penal, civil ou administrativa sem justa causa fundamentada ou contra quem sabe inocente.
Claro que não. Eles sabem fazer leis em proveito próprio e não haverá um ministro que tenha coragem de interpretar em contrário.
E a acusação de Janaína Paschoal de que ele cometeu homicídio doloso ao apertar as mãos de pessoas no dia 15 de março? O que ele [presidente] fez ontem é inadmissível, injustificável, indefensável, crime contra a saúde pública. Ela precisa se definir: ou foi homicídio doloso – um crime contra a vida – ou foi outro, contra a saúde pública. São coisas diferentes. A dubiedade que ela usou tolhe até o meu direito de criticá-la. E ela deve saber, pois é advogada. Se apenas pretendeu criar tumulto para voltar à berlinda, conseguiu.
Até José Eduardo Cardozo, aquele que na defesa no impeachment da Dilma citou o jurista Thomás Turbando Bustamente, saiu do sarcófago e deu seu pitaco: Se a sociedade brasileira entender, e os seus representantes também, ele corre sério risco de perder o mandato – uma declaração condicional profundamente evasiva, bem ao seu estilo.